terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Santana Verão virou um drama: Artistas denunciam falta de pagamentos e descaso da gestão Robson Rocha com a cultura

Robson Rocha teria dado calote nos artistas santanenses conforme denúncias do cantor Ângelo Rodrigo
A Associação Musical dos Artistas Amapaenses (Amaps) denuncia a falta de pagamento de músicos, bandas e aparelhagem que trabalharam durante a programação do “Santana Verão” nos anos de 2012 e 2013, evento organizado pela Prefeitura de Santana (PMS) anualmente pra marcar o inicio do verão na cidade.

Segundo informações levantadas pela equipe de reportagem do programa “Santana em Debate”, que vai ao ar na rádio Onda Livre 105.9 FM, o prefeito Robson Rocha (PR) até o presente momento não autorizou o pagamento dos eventos realizados pela Prefeitura, o que ocasiona prejuízos aos artistas que enfrentam dificuldades financeiras pra honrar compromissos e pagar dívidas.

Alguns artistas com medo de represálias por parte do governo municipal, não quiseram se identificar, mas denunciaram que por conta da promessa de pagamentos de eventos como o ‘Santana Verão’, alguns profissionais contraíram dívidas e passaram as festividades de Natal e Ano Novo no vermelho.

O músico santanense Éden Junior da Banda Sedução, foi um dos poucos artistas que resolveu falar sobre o assunto. Ele afirma que já procurou por diversas vezes o Executivo Municipal, mas não obteve sucesso.

“Todas as vezes que vou à Prefeitura atrás de informações, sempre sou informado que não há previsão do pagamento do Santana Verão”, denuncia.

Os Artistas denunciam que a atual gestão vem desmontando o calendário cultural do município. Até mesmo o tradicional “Aniversário da Cidade”, comemorado no dia 17 de dezembro não foi tratado com o devido respeito pela atual gestão.

“Nem bolo de aniversário tivemos”, denunciam. “Não tivemos nada no aniversário de Santana, nem atração nacional ou local, o que já era normal no calendário do município e atraia multidões de outras localidades do estado”, lembra um artista que não quis se identificar.

Segundo o  atual presidente da Amaps, Carlos Dinelson, em 2012 pra realizar o “Santana Verão”, foi firmado um convênio entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Santana, tendo como entidade executora a Amaps. Ele denuncia que 24 artistas ficaram sem receber por conta supostas pendências por parte do GEA que não teria repassado o recurso do convênio.

Carlos Dinelson afirma que já procurou o atual governo que se comprometeu em atualizar o pagamento do convênio e consequentemente as dívidas com os artistas santanenses.
Cantor e Conselheiro de Cultura Ângelo Rodrigo durante entrevista a reportagem
O cantor santanense Ângelo Rodrigo, ex-presidente da Amaps e atual presidente do Conselho Fiscal da entidade, confirma a denuncia feita por outros artistas e lembra que realmente existem pendências referentes ao 'Santana Verão', tanto por parte do Governo como da Prefeitura.

Ângelo Rodrigo, que é representante da música no Conselho Estadual de Cultura, afirma que o problema principal é a falta de valorização dos artistas locais por parte da atual gestão. 

Ângelo lembra que até 2011 os pagamentos dos artistas eram feitos de forma antecipada pela gestão anterior e isso garantia estabilidade profissional para os artistas, fazendo com que os músicos honrassem seus compromissos pessoais em dia.

A equipe de reportagem do Santana em Debate tentou manter contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Santana, mas não obteve retorno.
 
 Heverson Castro 
Da Redação

Mãe de jovem morta por PM do Rio pede fim da impunidade de policial

Ironildo Motta da Silva e Sônia Vargas Motta, pais de Haíssa Vargas Motta, 22, morta durante uma abordagem da Polícia Militar (PM), no ano passado (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Ironildo Motta da Silva e Sônia Vargas Motta, pais da jovem Haíssa, defendem o fim da impunidade policialTânia Rêgo/Agência Brasil
A mãe de Haíssa Vargas Motta, morta durante uma abordagem da Polícia Militar (PM) no ano passado, Sônia Vargas Motta, disse hoje (12) que o vídeo da ação da polícia confirma que sua filha foi vítima de um crime e que é preciso acabar com a impunidade do policial que, afastado das ruas, fica trabalhando administrativamente. O vídeo que mostra a ação que resultou na morte da jovem de 22 anos foi divulgado pelo site da revista Veja.

O Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro anunciou hoje (12) que vai denunciar o policial Márcio José Watterlor por homicídio doloso.
"Soltaram o nosso grito de dor com esse vídeo. Se eu cometesse um crime, eu seria presa, mas ele, não. A nossa vida parou. A gente não consegue trabalhar. Os policiais atiraram primeiro para depois perguntar. Não é possível que isso continue a acontecer, não quero acreditar que tenha sido esse ensinamento que esse cidadão desobedeceu. Nego-me a acreditar que ele tenha sido treinado para atirar e depois perguntar. O procedimento foi totalmente errado. Isso só redobra e aumenta a dor", protestou.

O pai de Haíssa, Ironildo Motta da Silva, classificou de equivocada a ação dos policiais e disse que a ação deles mostrou falta de treinamento e de postura militar. "É um despreparo total e nos causou uma dor muito grande. Hoje, estamos revendo tudo, e é uma segunda dor, ainda maior, insuportável. Esse vídeo veio para nos ajudar a reavivar o crime, que até então havia ficado esquecido. Durante cinco meses, o nosso governo, nosso estado, não se pronunciou sobre o caso. 

E esse vídeo, nesse sentido, foi um presente para a gente. Até então, minha filha era como um bicho jogado no lixo, mas a minha filha não é nem bicho, nem lixo. Minha filha, uma menina que ia cursar a faculdade, foi tratada como eles tratam bandidos.”

Em um encontro com empresários no Rio, o governador Luiz Fernando Pezão, lamentou a morte de Haíssa e destacou que seu governo tem compromisso com uma melhor formação dos policiais militares. "Tenho certeza de que vamos melhorar muito a formação de nossos policiais, mas é um processo demorado." Pezão disse que a morte da jovem um erro, fruto da imperícia policial. "É importante lembrar que foram as câmeras que estavam dentro do carro da polícia, fruto da tecnologia que estamos implantando cada vez mais no aparato policial, foram as câmeras que detectaram os erros."

Além disso, o governador destacou que o tempo de formação do policial no Rio de Janeiro é igual ao de outros lugares do mundo: "[a formação] é a mesma que há em todo lugar. O período que ele passa, de seis a oito meses, é o mesmo em qualquer lugar do mundo."

da Agência Brasil

Homem é assassinado a pauladas no bairro Olaria, em Mazagão

Mais uma bebedeira entre amigos que termina em morte. A vítima foi o Manoel Alcântara Dias, 56

Mais uma bebedeira entre amigos que termina em morte. A vítima foi o Manoel Alcântara Dias, 56, que foi assassinado a pauladas.
 
Segundo a Polícia, ele bebia em companhia de amigos, quando ocorreu uma desavença com o ex detento do IapenMarcos Nunes Gomes, 39, que deu várias pauladas no Manoel, que morreu no local, atrás da sede São Benedito, no bairro Olaria, em Mazagão. Marcos foi preso em flagrante por PMs e autuado em flagrante na delegacia de polícia daquele Município. Ele confessou que esteve preso no Iapen pela prática de assalto e por homicídio, mas, atualmente estava  em regime semi aberto. 

do Diário AP

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Amapá tem o maior número de casos de chikungunya do país

Ranking de registros da doença foi divulgado pelo Ministério da Saúde.
Dados divulgados pelo Ministério da Saúde revelam que o Amapá e o estado brasileiro com o maior número de casos confirmados da febre chikungunya no país. Segundo o MS, até o dia 27 de dezembro foram 2.258 casos confirmados de febre chikungunya no Brasil, sendo 233 por critério laboratorial e 2.025 por critério clínico-epidemiológico.

Do total, 93 casos são importados, ou seja, de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa.

Os outros 2.165 foram diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde ocorre a transmissão. Destes casos, chamados de autóctones, 1.146 foram registrados no município de Oiapoque.
O estado da Bahia, que até o final do ano passado liderava o ranking nacional, aparece em segundo lugar na lista com 816 em Feira de Santana (BA), 198 em Riachão do Jacuípe (BA), um em Baixa Grande (BA), três no Distrito Federal e um em Campo Grande (MS).

Caracterizada a transmissão sustentada de chikungunya em uma determinada área, com a confirmação laboratorial dos primeiros casos, o Ministério da Saúde recomenda que os demais sejam confirmados por critério clínico-epidemiológico, que leva em conta fatores como: sintomas apresentados e o vínculo dele com pessoas que já contraíram a doença.

do Diário AP

sábado, 10 de janeiro de 2015

COM ATRASO DE PAGAMENTO DA CASA DE APOIO, DONO DA RESIDÊNCIA JÁ FALA EM DESPEJO

 Atraso de pagamento pode causar o despejo de aproximadamente 40 pessoas que utilizam um residência que serve de casa de apoio a pessoas que fazem tratamentos médicos fora do município de Porto de Moz-PÁ.

 De acordo com informações a prefeitura do município de Porto de Moz, que fica aproximadamente 400 quilômetros da capital Belém, não efetuou pagamento do R$ 3,600 reais do aluguel da casa onde funciona o abrigo que hospeda os Portomozenses que vão a Altamira fazer tratamentos de saúde.

A residência que fica na rua 07 de Setembro 1636, próximo a uma concessionaria de motos, recebe aproximadamente 40 pessoas por mês, que se deslocam da cidade de Porto de Moz para fazer diversos tipos de tratamento fora do domicilio, já que o hospital da cidade não tem certos equipamentos pra atender a necessidade da população.

Segundo a fonte que repassou a informação, no contrato que tivemos acesso diz: Que o máximo que pode atrasar é 15 dias, e já vai completar dois meses que a prefeitura, que tem como gestor o prefeito Edison Cardoso (PSDB), com o atraso o dono da residência que serve de abrigo a doentes e seus acompanhantes, já fala em despejar todos os que estão hospedado na quela casa de apoio.
 " Só não despejei todo mundo porque os que aqui estão hospedado não tem culpa da irresponsabilidade do atual gestor" relatou o proprietário.

Além da falta de compromisso com a saúde do município de Porto de Moz, agora quem sofre são os que procuram cuidar da saúde fora do município, muitas dessas pessoas que vão à Altamira não tem condição de pagar hotel, alguns desses tratamentos duram meses.


MOTOTAXISTA É ASSASINADO A TIRO NO CENTRO DE MACAPÁ

 Companheiros de praça do mototaxista Paulo Messias contaram que o suspeito o havia jurado de morte há uma semana

Colegas de praça do mototaxista Paulo Messias da Silva Gemaque, 31, assassinado com dois tiros por volta de 11h40 desta sexta-feira, 9, no Centro de Macapá, afirmaram que no sábado passado, Paulo e o suspeito – também mototaxista – teriam ido a vias de fato após um desentendimento no mesmo local, sendo que a vítima teria levado vantagem naquele momento.

“Eles discutiram e depois saíram no braço. O Paulo levou vantagem e o outro cara saiu daqui afirmando que iria ‘acertar’ as contas com ele. Hoje, quando estávamos conversando, esse elemento chegou já sacando o revólver e atirou duas vezes contra o nosso amigo”, contou um dos mototaxistas que presenciaram o crime, mas que por medida de segurança pediu para não ser identificado.O crime parou o centro comercial, chamando a atenção de centenas de pessoas.
A polícia isolou as duas pistas da Rua Tiradentes, deixando apenas um corredor de ônibus aberto. Famíliares do homem morto se desesperaram ao chegar no ponto e se deparar com o corpo caído ao lado da moto de número 1904.Após atirar contra a vítima o suspeito fugiu. 

A polícia faz buscas em endereços já levantados, para tentar localizar o algoz. O corpo de Paulo Messias foi removido por volta de 13h para o Departamento Médico Legal (DML) da Polícia Técnico-Científica (Politec) para necropsia.

do Diário AP

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

107 policiais militares retornam às ruas


 A Polícia Militar do Estado do Amapá (PM-AP) reincorporou os policiais.

A Polícia Militar do Estado do Amapá (PM-AP) reincorporou os policiais devolvidos pelo Gabinete de Segurança Institucional do Governo do Amapá (GSI). A medida põe de volta 107 policiais nas ruas para atuarem no policiamento ostensivo e contribui para devolver também o sentimento de segurança aos amapaenses.

Além de enxugar o efetivo de policiais no gabinete, a PM-AP tem à sua disposição os policiais do GSI para ações de segurança pública, no intuito de potencializar a operacionalidade da PM. O governador do Estado do Amapá, Wadez Góes, já havia anunciado desde eleito, que não moraria na residência oficial, e que empregaria ao máximo esforços para reduzir o consumo dos recursos públicos, incluindo o contingente militar que realizava a guarda do local.

O secretário de Estado da Segurança e Justiça Social, Gastão Calandrini , anunciou essas e outras medidas que ajudarão a sanar os problemas da segurança do Estado na terça-feira, 6. “É palavra de ordem do governador Waldez que, mesmo com as dificuldades encontradas, nós enfrentemos e resolvamos os problemas. Nós sabemos das muitas dificuldades, mas não podemos esmorecer”, afirmou o secretário Calandrini.

do Diário do AP

Pesquisa mostra que setor industrial representa aproximadamente 12% do PIB do Amapá

  Para marcar o Dia da Indústria, celebrado nesta terça-feira, 25 de maio, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou pesquisa qu...