terça-feira, 27 de março de 2018

Programa Peixe Popular vai disponibilizar pescado à preço acessível durante a Semana Santa

Foto: Maksuel Martins/Secom
A partir desta terça-feira, 27, o amapaense que quiser garantir o pescado a preço mais barato para a Semana Santa, pode procurar um dos pontos de venda do programa Peixe Popular, espalhados em Macapá e Santana e a partir de quarta, 28, em sete municípios. O anúncio foi feito nesta terça-feira, 26, durante o lançamento do programa, em Macapá.
De acordo com o diretor-presidente da Agência de Pesca do Amapá (Pescap), Edson França, a estimativa é comercializar aproximadamente 150 toneladas de pescado, entre peixes vivos e resfriados com preço, em média, de 30% abaixo do mercado local. “Serão mais de 30 espécies com preços que variam de R$ 6 a R$ 15, o quilo”, informou.
A espécie mais cara da tabela é o Filhote, cujo quilo no mercado chega a custar, neste período, R$ 30. Mas, nos pontos de venda, ele será vendido pela metade do preço, a exemplo da Feira do Buritizal, em Macapá.
A novidade para este ano é a extensão do programa para os municípios de Porto Grande, Pedra Branca do Amaparí, Serra do Navio, Laranjal do Jarí, Vitória do Jarí, Itaubal e Tartarugalzinho. “O projeto de comercialização pelo Peixe Popular vinha sendo desenvolvido em Macapá e Santana e, agora, a população de mais sete municípios, também terá acesso ao produto com preço abaixo do praticado no mercado local”, acrescentou Edson França.
O governo está fomentando o Peixe Popular com R$ 200 mil para subsídios como vestimenta, acessórios de manejo alimentar, logística de transporte com caminhões e gelo, caixas d’água e outros. Estão sendo beneficiados nos nove municípios, 72 piscicultores e mais de 120 empreendedores que farão parte desta edição do programa.
Capacitação
Para garantir boas práticas de higiene, manipulação do pescado e técnicas de atendimento ao público, o Estado capacitou os piscicultores e revendedores de pescado que vão atuar no programa. A capacitação foi feita em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), na capital.
Programa Peixe Popular
O Projeto Peixe Popular é uma ação continuada do governo do Estado que visa fortalecer a atividade pesqueira junto às colônias, cooperativas e piscicultores, e oferecendo a população um produto nobre da região com preço mais acessível.
Site
O anúncio do programa Peixe Popular para a Semana Santa também marcou o lançamento do site da Agência de Pesca do Amapá. A ferramenta tem como objetivo, garantir a transparência e informar a população sobre as ações da Pescap, a exemplo, do Peixe Popular. O internauta pode ter acesso às informações de curso, noticias além de entrar em contato com a agência através do Fale Conosco. O endereço é www.pescap.ap.gov.br 
Pontos de venda
Macapá
Em frente à Feira Maluca, no Buritizal e I Arena do Zerão:
Pirapitinga - R$ 11,00
Tambaqui - R$ 11,00
Corvina - R$ 9,00
Uritinga - R$ 8,00
Pescada Gó - R$ 7,00
Cara-açu - R$ 8,00
Tamuatá - R$ 8,00
Bandeirado - R$ 7,00
Traíra - R$ 7,00
Jeju - R$ 6,00
Em frente à Escola Lauro Chaves, no Muca:
Pescada Branca - R$ 10,00
Pirapitinga - R$ 11,00
Dourada - R$ 11,00
Bagre - R$ 12,00
Mapará - R$ 8,00
Feira do Produtor, no Buritizal:
Apaiari  - R$ 8,00
Dourada - R$ 12,00
Pirapitinga - R$ 11,00
Tambaqui - R$ 11,00
Mapará - R$ 8,00
Pescada Branca - R$ 10,00
Pescada amarela - R$ 12,00
Cação - R$ 8,00
Filhote - R$ 15,00
Uritinga - R$ 8,00
Tamuatá - R$ 8,00
Traíra -  R$ 7,00
Feira do Produtor, no Pacoval:
Pirapitinga - R$ 11,00
Tambaqui - R$ 11,00
Tamuatá - R$ 8,00
Mapará - R$ 8,00
Curimatã - R$ 10,00
Pescada Branca - R$ 10,00
Dourada - R$ 12,00
Bandeirado - R$ 7,00
Corvina - R$ 9,00
Pescada Gó - R$ 7,00
Pescada amarela - R$ 12,00
Piramutaba - R$ 8,00
Atrás do Ciospo, no Novo Horizonte:
Dourada - R$ 12,00
Pirapitinga - R$ 11,00
Pescada Branca - R$ 10,00
Mapará - R$ 8,00
Tamuatá - R$ 8,00
Piramutaba - R$ 8,00
Matrinchã - R$ 10,00
Aracu - R$ 8,00
Em frente à Subprefeitura, no Infraero II:
Uritinga - R$ 8,00
Bagre - R$ 7,00
Pirapitinga - R$ 11,00
Traíra - R$ 7,00
Pescada amarela - R$ 12,00
Bandeirado - R$ 7,00
Piramutaba - R$ 8,00
Jeju - R$ 6,00
Arena do Marabaixo III:
Bagre - R$ 7,00
Bandeirado - R$ 7,00
Camurim - R$ 10,00
Cara-açu - R$ 8,00
Corvina - R$ 9,00
Pescada Curuca - R$ 8,00
Pescada Amarela - R$ 12,00
Pescada Gó - R$ 7,00
Pirapitinga - R$ 11,00
Tambaqui - R$ 11,00
Santana
Praça Fonte Nova e Igarapé da Fortaleza:
Dourada - R$ 12,00
Pirapitinga - R$ 11,00
Pescada Branca - R$ 10,00
Mapará - R$ 8,00
Tamuatá - R$ 8,00
Piramutaba - R$ 8,00
Matrinchã - R$ 10,00
Aracu - R$ 8,00
Porto Grande
Bairro Aeroporto:
Bagre - R$ 7,00
Bandeirado - R$ 7,00
Camurim - R$ 10,00
Cara-açu - R$ 8,00
Corvina - R$ 9,00
Pescada Curuca - R$ 8,00
Pescada Amarela - R$ 12,00
Pescada Gó - R$ 7,00
Pirapitinga - R$ 11,00
Tambaqui (vivo) - R$ 11,00
Laranjal do Jari
Feira do Produtor:
Aracu - R$ 9,00
Mapará - R$ 9,00
Pescadinha - R$ 9,00
Aruanã - R$ 8,00
Traíra - R$ 8,00
Tamuatá - R$ 8,00
Jeju - R$ 8,00
Pirapitinga - R$ 12,50
Tambaqui - R$ 12,50
Tucunaré - R$ 12,50

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Estudo do CNMP aponta que 76,9% das delegacias no AP tem inquéritos em tramitação há mais de 2 anos


(Foto: Jorge Abreu/G1)
Relatório divulgou dados após visitar 39 delegacias no estado. Mais de 40% das celas tinha péssimo estado de conservação e 87% não tinha servidores suficientes para o trabalho.


Um estudo feito pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) mostra que 76,92% das delegacias da Polícia Civil no Amapá tinham inquéritos em tramitação há mais de 2 anos no segundo semestre de 2016. Os dados foram divulgados em todo o país na segunda-feira (18), após visitas aos prédios, sendo que no estado foram 39.
O prazo não significa que os inquéritos estão atrasados, no entendimento do CNPM. No entanto, o conselho reforça que as investigações precisam ter mais atenção do Ministério Público.
Além do tempo de curso de inquéritos, a pesquisa também elencou dados relacionados à administração, estruturas físicas, organização de trabalho e condições de objetos e bens apreendidos nas delegacias.
Ao analisar questões administrativas, o estudo identificou que 87,18% não tinham servidores suficientes para o trabalho. Somente 5, das 39 avaliadas, tinham efetivo adequado para as investigações e prisões. O percentual é semelhante ao apurado em todo o país: somente 12,8% das delegacias têm a quantidade suficiente.
Das 39 delegacias, 29 tinham plantão policial ininterrupto (74,36%), em 21 (53,85%) a presença do delegado nos plantões eram por meio de sobreaviso.
Em um dos itens, o conselho avaliou a conservação das celas nas delegacias. Das 22 unidades com custódia, 9 (40,9%) foram avaliadas como péssimas; 7 (31,82%), regulares; 5 (22,73%), boas; e 1 (4,55%) em estado ótimo. Em 3 delas, houve registro de fugas no segundo semestre de 2016.
O estudo também mostra que 23 delegacias, em torno de 58,97%, tiveram ocorrências investigadas sem instauração de inquéritos policiais ou termos circunstanciados.
Sobre coleta e armazenamento de bens, 22 delegacias (56,41%) tinham objetos apreendidos há mais de um ano. Das 18 (46,15%) que tinham depósito de bens, 15 (84,33%) não tinham instalações adequadas para o acondicionamento. Quanto às 17 (43,59%) delegacias que tinham depósito de veículos, somente uma delas tinha local adequado para deixá-los.
Informações: G1 Amapá

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Mira Rocha perde o mandato de deputada estadual da Assembleia Legislativa do AP

Mira Rocha (PTB) perdeu oficialmente o cargo de deputada estadual na terça-feira (12). A mesa diretora da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) assinou a declaração de perda de mandato parlamentar em cumprimento a determinação do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap). O documento foi lido no plenário da Casa de Leis nesta quarta-feira (13).

A partir da publicação da perda de mandato, a Alap tem 48 horas para convocar o suplente, Haroldo Abdon (PPL). O vice-presidente da Corte, desembargador Gilberto Pinheiro, determinou no dia 5 de dezembro, através da Câmara Única do Tjap, a perda dos direitos políticos da deputada e cumprimento em 48 horas da decisão.

A condenação de Mira Rocha por improbidade administrativa é com relação ao recebimento indevido de diárias entre 2011 e 2012, usadas para custeio de despesas com hospedagem, alimentação e transporte.

A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público do Estado (MPE), em 2014, quando ela recebeu cerca de R$ 741 mil em valores superfaturados: R$ 2.605,46 para viagens intermunicipais; R$ 3.607,56 por dia em outro estado; e R$ 4.409,24 por dia para trabalhar fora do país.

Mira já havia sido condenada na 6ª Vara Cível e de Fazenda Pública de Macapá, mas recorreu à Câmara Única, que indeferiu o recurso da defesa e aceitou o recurso do MPE, determinando a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e pagamento de multa.

“Nós entendemos que esses eram valores fora da realidade e que na verdade era dando causa para enriquecimento ilícito. Uma pessoa que vai até Brasília, vamos supor que hoje ela gaste R$ 600, sobram R$ 3 mil. Então está enriquecendo ilicitamente. Diária é para pagar hospedagem, alimentação e locomoção ao local onde ele vai”, alega o promotor Afonso Guimarães, que assinou a denúncia.

A Alap confirmou que declararia vacância do cargo nesta quarta-feira para poder convocar o suplente de Mira. O presidente da Casa não esteve presente na sessão e nenhum dos deputados que foram ao plenário quiseram comentar sobre a perda do cargo.

Fonte: G1 Amapá



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Bandidos assaltam ônibus da linha Macapá/Santana causando medo e pânico

Um ônibus da linha Macapá/Santana foi alvo de ação criminosa na noite deste domingo (26), quando trafegava na Rodovia JK, em frente ao Parque de Exposição no Distrito da Fazendinha.

A atuação dos bandidos causou medo e pânico nos passageiros, cobrador e motorista. Segundo relato das vitimas dois homens com aparência de idade entre 18 a 22 anos, entraram no coletivo fingindo serem passageiros ao chegar em frente ao Parque de Exposição, na rodovia JK, usando um revolver anunciaram o assalto subtraindo objetos dos passageiros, como também o valor da renda das viagem.

Em seguida, desceram do veículo fugindo em destino ignorado, até o fechamento da matéria a policia não havia encontrado os suspeitos. Durante o ano de 2107, já ocorreram quatro assaltos a ônibus da linha Macapá/Santana neste mesmo trajeto.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Creche Liana Sardinha é arrombada por bandidos, vários objetos foram levados

A Creche Municipal Professora Liana Sardinha, localizada no final da Avenida Santana, próximo ao Parque das Laranjeiras, em Santana, foi invadida e arrombada por bandidos na madrugada desta quarta-feira (22).

Segundo informações, três suspeitos entraram na creche que está sem vigilante, arrebentaram a grade de proteção de uma das salas da instituição levando vários objetos de uso escolar.

“Até o momento já foram constatados o sumiço de dois computadores e pequenos objetos como grampeador e tesouras”, disse um funcionário da instituição, pelas redes sociais, pedindo sigilo de sua identidade. 

Não é a primeira vez que o estabelecimento escolar sofre com a ação de criminosos. Em março desse ano, a entidade foi invadida por bandidos que usaram terçados e outras “armas brancas”, onde renderam os vigilantes no local e levaram vários pertences. 

A Secretaria Municipal de Educação de Santana (Seme) foi procurada para fala sobre o ocorrido, porém ninguém quis comentar.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

MPF cobra 100 milhões de mineradora por desabamento de porto em Santana

Acidente que causou o desabamento do porto da Zamim/Foto: Agência Amapá
Foi ingressada na Justiça pelo Ministério Público Federal (MPF) uma ação que pede a condenação da mineradora Zamin pelos danos materiais e mortes causadas no desabamento, em março de 2013, do porto de exportação da cidade de Santana. O processo cobra R$ 100 milhões da empresa para recuperação ambiental da área atingida, indenização das famílias e por danos à coletividade.

O acidente vitimou seis trabalhadores, sendo dois deles nunca encontrados, além de ter arrastado caminhões, estruturas e grande quantidade de minério de ferro para o rio Amazonas. Após o ocorrido, as atividades foram suspensas no Amapá e a mineradora acumulou demissões e dívidas.

A ação do MPF é baseada em laudos que apontam a negligência da mineradora em acumular grande quantidade de minério de ferro e manganês no porto, sobrecarregando o solo. O processo foi protocolado na quinta-feira (16) na 6ª Vara da Justiça Federal do Amapá.


A mineradora sempre negou a responsabilidade no acidente, atribuindo o fato a fenômenos da natureza, e que cumpriu o limite de carga estabelecido no porto. 


Apesar de à época a administração do terminal estar sob responsabilidade da empresa Anglo Ferrous, a ação pede a condenação da Zamin pelo fato de as duas integrarem o mesmo grupo empresarial, explicou Joaquim Cabral da Costa Neto, procurador da República.


Após o acidente, a Anglo anunciou em setembro de 2013 a venda das minas de ferro no Amapá por 136 milhões de dólares. A Zamin Ferrous comprou os ativos da empresa inglesa e ainda não concluiu as obras de recuperação da área portuária atingida.

"Houve seis perdas e a responsabilidade é diretamente do grupo que comandava a atividade na região, tendo em vista que ele sobrecarregou o terminal. Em face disso, cada família, além do tratamento psicológico de cada um, pedimos também indenização vitalícia num valor equivalente à sua remuneração", completou o procurador do MPF.

Para garantir valores durante o andamento processual, a ação ingressada pede o bloqueio antecipado dos R$ 100 milhões, afim de garantir a recuperação ambiental da área. O ministério também não descarta a possibilidade de acordos para acelerar os atendimentos aos atingidos.

"Além disso, o MPF pediu uma reparação social, que é uma solenidade na qual a empresa reconhece a culpa pelo acidente, e como se fosse também uma espécie de desculpas à sociedade", acrescentou.

Fonte: G1 Amapá

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Passagem de ônibus intermunicipal vai para R$ 3,75

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amapá (Setap) pretende aumentar para R$ 3,75 o valor da tarifa de ônibus que fazem a linha Macapá/Santana. O Setap alega que o atual valor de R$ 3,00 cobrado pela tarifa nos coletivos está defasado desde 2015, além disso, o órgão expedidor reclama que a sugestão tarifária é muito baixa se for calcular os altos gastos com abastecimento de combustíveis, além das atuais correções salariais dos trabalhadores rodoviários e manutenção periódica dos ônibus. Para garantir o reajuste o Sindicato poderá acionar a justiça. O novo valor, possivelmente será cobrado em 2018.

O pedido de reajuste já vem tramitando desde o último mês de junho passado, quando foi protocolado na Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap), que até então vem analisando a situação.

Pesquisa mostra que setor industrial representa aproximadamente 12% do PIB do Amapá

  Para marcar o Dia da Indústria, celebrado nesta terça-feira, 25 de maio, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou pesquisa qu...