quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Colisão deixa dois feridos e carro capotado no bairro Jesus de Nazaré

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Um acidente ocorrido por volta das 10h30 da manhã de ontem, 13, no cruzamento da rua Jovino Dinoá com avenida Raimundo Álvares da Costa, no bairro Jesus de Nazaré, deixou duas pessoas feridas e um dos carros que colidiram, capotado. 

Segundo testemunhas, o Voyage dirigido por Maria Vanda Costa Quaresma, de 56 anos, que trafegava pela avenida Raimundo Álvares da Costa, avançou a preferencial, atingindo o outro veículo.

Com o choque o outro carro capotou. O motorista saiu com ferimentos leves, mas bastante assustado. Maria precisou ser resgatada por homens do Corpo de Bombeiros. Havia suspeita de que ela tivesse fraturado a coluna. A operação de resgate foi delicada, mas a vítima foi retirada do veículo com sucesso.
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Maria Vanda foi socorrida e levada a um hospital particular onde ela tem plano de saúde para passar por vários exames clínicos. De acordo com os bombeiros, Maria Vanda é diabética e pode ter sofrido uma crise de sonolência no momento do acidente, o que é um fato hoje investigado pelos médicos. O caso será apurado.

Diário do Amapá

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Preso mais um suspeito de envolvimento no “Crime do Jaleco Branco”

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A Divisão de Capturas da Polinter conseguiu localizar e prender na manhã de segunda-feira, 11, em um supermercado no bairro do Trem, zona sul de Macapá, o principal suspeito de ter assassinado com uma injeção letal o jovem José Bruno da Silva Chucre, 19 anos, o “Batatinha”. O crime ocorreu na madrugada de 16 de julho de 2011 na Enfermaria 3 do Hospital de Emergência de Macapá (HEM). O caso ficou conhecido como o “Crime do Jaleco Branco”, pelo fato de o suspeito ter vestido um jaleco branco pra se passar por enfermeiro e conseguir acessar a enfermaria sem maiores problemas.

O suspeito é Bruno Wender Nogueira dos Santos, 22 anos. Ele teve a prisão decretada pelo juiz Leber Lopes Ferreira da 2ª Vara do Tribunal do Júri. Na delegacia, Bruno confessou ter aplicado a injeção letal, afirmando que matou a vítima por causa de uma desavença.

Segundo as investigações, o crime teria sido encomendado por um enfermeiro do hospital, Pablo Gomes, que teve um sobrinho assassinado por Batatinha e que resolveu se vingar da morte. Em março deste ano, Pablo foi condenado a 10 anos e 10 meses de prisão pelo assassinato.

Bruno era considerado foragido pela polícia. Ele conseguiu um emprego em um supermercado e tentava levar uma vida normal, sem levantar suspeitas. No entanto, a polícia descobriu a localização do elemento e realizou a prisão. Bruno foi ouvido em depoimento e depois transferido para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) onde ficará à disposição da Justiça.
 
Diário do Amapá

pesquisa sobre intenção de votos aos sete candidatos ao governo do Amapá

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O Ibope divulgou, ontem, a primeira pesquisa do instituto sobre as intenções de voto aos sete candidatos que concorrem ao governo do Amapá nas Eleições 2014. 

Waldez (PDT) aparece com 40%; Lucas Barreto (PSD) tem 15% e Camilo Capiberibe (PSB) registrou 12%. Além deles, Bruno Mineiro (PT do B) e Jorge Amanajás (PPS) tem 7%. Eles são seguidos por Genival Cruz (PSTU) 2%; e Décio Gomes (PCB) com 1%. Branco/nulo: 9% - Não sabe/não respondeu: 7%. 

A pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica e ouviu 812 eleitores em seis municípios amapaenses, no período de 8 a 10 de agosto. A pesquisa foi registrada no TRE-AP sob o protocolo Nº AP-00003/2014 e no TSE sob protocolo Nº BR-00348/2014. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso significa que há probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Rejeições
A pesquisa do Ibope também aferiu a taxa de rejeição de cada um dos candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum.
- Camilo Capiberibe (PSB): 68%
- Waldez Góes (PDT): 16%
- Jorge Amanajás (PPS): 6%
- Bruno Mineiro (PT do B): 5%
- Lucas Barreto (PSD): 5%
- Genival Cruz (PSTU): 4%
- Décio Gomes (PCB): 2%
- Poderia votar em todos: 1%
- Não sabe/não respondeu: 7%
Avaliação do atual governo
A pesquisa também ouviu a opinião dos eleitores sobre a administração do governador Camilo Capiberibe até o momento. Segundo o Ibope, 50% dos eleitores classificaram a administração como "péssima". Outros 20% afirmam que ela é "regular". Os que dizem que a administração é "ruim" somam 15%. Classificaram como "boa" 9% dos eleitores. 4% dos eleitores classificaram a gestão como "ótima" e 2% não sabem ou não responderam.

Diário do Amapá

Waldez, Roberto Góes, Edinho e Euricélia têm registros de candidaturas julgados

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O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) deve encerrar, hoje, 13, em sessão plenária, os julgamentos dos registros de candidaturas aos pretendentes a concorrer nas eleições gerais do próximo dia 5 de outubro.
Do universo de 542 pedidos de registros de candidaturas, faltam apenas ser julgados 24. Entre esses julgamentos pendentes se encontram os do ex-governador Waldez Góes (PDT), que novamente tenta ocupar o Palácio do Setentrião; ex-prefeito de Macapá, Roberto Góes (PDT); ex-prefeita de Laranjal do Jari, Euricélia Cardoso (PP); e o deputado estadual Edinho Duarte (PP).
De acordo com o Calendário Eleitoral, o TRE-AP tinha até 6 de agosto para concluir os julgamentos dos registros de candidaturas. Não pôde cumprir o prazo porque, conforme explicação da instituição, houve pedidos de diligências com apresentação de certidões e outras provas, por parte do Ministério Público Eleitoral (MPE) e pelas partes impugnantes. “Por conta disso, foi preciso notificar os candidatos e abrir prazo para cumprir as diligências”, disse release do tribunal, na ocasião.
“Com essas provas esses registros se tornam mais complexos para análise e julgamento. Os principais candidatos entre esses 24 restantes são: Waldez Góes, Roberto Góes, Edinho Duarte”, informou o secretário judiciário do TRE-AP, Orlando Ribeiro Junior.
Até a última quarta-feira, quando houve julgamento de registros de candidaturas, o Tribunal Regional Eleitoral somou 52 deles indeferidos entre postulantes a deputado estadual, deputado federal e senador.
Contra o ex-governador Waldez, entre outros pedidos de indeferimento da candidatura, consta o baseado nas declarações feitas por ele dos bens que possuiria. Waldez teria burlado a Receita ao declarar os seus bens, segundo a coligação “Frente popular a favor do Amapá”, encabeçada pelo PSB do governador que tenta a reeleição, Camilo Capiberibe.
O ex-prefeito Roberto Góes, que postula a Câmara Federal, teria feito propaganda eleitoral antecipada durante um festival junino ocorrido em sua administração à frente do município de Macapá.
A ex-prefeita de Laranjal do Jari, Euricélia Cardoso, que também tenta a Câmara Federal, e o deputado estadual, Edinho Duarte, a reeleição, caíram na Lei da Ficha Limpa, ou seja, foram condenados por colegiado. Euricélia pelo Pleno do Tribunal Superior Eleitoral, e Edinho pelo Tribunal de Justiça do Amapá.
Euricélia foi condenada sob a acusação de ter influenciado economicamente a vitória do seu candidato na época para prefeito de Laranjal do Jari, Zeca Madeireiro, e Edinho porque teria contratado um vigilante para a sua residência particular com salário pago pela Assembleia Legislativa.

Fonte: Diário do Amapá

terça-feira, 12 de agosto de 2014

TRE define tempo de TV para partidos

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará sorteou ontem de manhã a ordem de aparição dos candidatos ao Governo do Estado, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa para o primeiro dia do horário eleitoral gratuito, que começa nesta segunda-feira, 19, e segue até 2 de outubro, e também o tempo de cada coligação e partido na propaganda. 

Entre os seis concorrentes ao Palácio dos Despachos do Governo do Pará, o sorteado para abrir a propaganda foi Marco Antonio Ramos (PCB). Na sequência, aparecerão Elton Braga (PRTB); Hélder Barbalho (PMDB), da coligação Todos pelo Pará; Zé Carlos (PV); Simão Jatene (PSDB), pela coligação Juntos com o Povo; e Marcos Carrera, da coligação Frente de Esquerda – Mudança pra Valer, (PSOL e PSTU).


Exatos 25 representantes de partidos e coligações acompanharam os sorteios, realizados por servidores do TRE, na sede do Tribunal. Não houve nenhuma manifestação contrária à transparência do feito. 

Na medida em que os três servidores concluíam o sorteio manual, tirando de uma urna de lona os nomes de partidos e coligações para composição da ordem de exibição no primeiro dia do horário eleitoral, os dados eram inseridos no sistema eletrônico do site do TRE, e o próprio sistema apresentava automaticamente o tempo de cada candidato, que varia de acordo com a representação dos partidos na Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa.


As candidaturas ao Governo do Estado que terão o maior tempo no horário eleitoral serão as de Helder e de Jatene, nessa ordem, devido ao grande número de partidos que integram as coligações desses dois candidatos. 

A "Todos pelo Pará" (PMDB-PT-DEM-PR-PDT-PROS-PHS-PCdoB-PSL-PPL-PTN), do candidato peemedebista, contará com 2 minutos, 20 segundos e 70 centésimos. Enquanto a "Juntos pelo Pará" (PSDB-PSD-PSB-PP-SD-PRB-PSC-PTB-PPS-PEN-PMN-PTC-PSDC-PTdoB-PRP), do candidato tucano, terá  2 minutos, 12 segundos e 75 centésimos. Os demais candidatos a governador terão pouco mais de 20 segundos apenas, com Zé Carlos do PV tendo 24 segundos e 68 centésimos; Marco Carrera, 21 segundos e 40 centésimos; Elton Braga com 20 segundos e 47 centésimos; e Marco Antônio Ramos com 20 segundos.


O juiz federal Antônio Carlos de Almeida Campelo, que compõe o TRE, chamou atenção para a necessidade de uma propaganda eleitoral "de alto nível''. 

"Esperamos a contribuição dos partidos no sentido de apresentarem propostas sérias por meio de seus programas de governo e plataformas de trabalho, nada de propaganda de baixo nível, rasteira. Isso é inadmissível. A propaganda rasteira será retirada do horário eleitoral e o candidato perderá um tempo valioso'', garantiu o magistrado. 


Respeitada a ordem estabelecida no sorteio para o primeiro dia de propaganda eleitoral nas emissoras de rádio e televisão, será feito um rodízio. No segundo dia, por exemplo, o candidato que abriu o bloco no dia anterior será o último a ter a propaganda veiculada.

“Mãos Limpas”: Maior operação da PF completará 4 anos

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No próximo mês de setembro completará quatro anos da operação “Mãos Limpas” realizada no Amapá pela Polícia Federal em setembro de 2010, sem que nenhum dos presos, acusados de comandar ou participar de um dos maiores esquemas de corrupção no país, tenha sido condenado.

Graças a demora no processo de investigação, motivado inclusive pelo tamanho do esquema criminoso, resultando em mais de um inquérito, e a condição de alguns dos envolvidos que na época tinham fórum privilegiado o processo caminha lentamente, beneficiando alguns acusados.

Somente em abril deste ano o Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP) recebeu do Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP), parte do material da Operação. Foram entregues documentos e mídias eletrônicas apreendidas pela Polícia Federa.  Na ocasião a procuradora geral do MP-AP, Ivana Cei, nomeou uma comissão composta por promotores de Justiça para realizarem a análise do material.


Já o Ministério Público Federal no Amapá apresentou quatro denuncias em 2014 referentes a Mãos Limpas, uma delas envolvendo Waldez Góes. Em março o ex-governador e mais 11 foram denunciados por peculato, associação criminosa e fraudes em licitações. Os crimes ocorreram na Secretaria de Justiça e Segurança Pública entre 2007 e 2010. O valor atualizado do dano aos cofres públicos é de R$6 milhões.


Como ninguém foi julgado sequer em primeira instância, alguns dos envolvidos nos supostos  esquemas de desvio de verbas públicas são candidatos nas eleições de outubro próximo, alegando que nada foi provado e que tudo não passou  de armação e perseguição política contra eles. É o caso, por exemplo, do ex-governador Waldez Góes e a esposa, deputada estadual Marília Góes, ambos do PDT.


Em setembro de 2010, durante as eleições, Waldez Góes, Marília Góes, o então governador do Estado Pedro Paulo Dias, o presidente do Tribunal de Contas do Estado Júlio Miranda e outras 14 pessoas foram presas na Operação Mãos Limpas, da Polícia Federal, que apurou o desvio de R$ 300 milhões em repasses da União para a Secretaria da Educação do Amapá. 

Na época, a PF identificou desvios de recursos em diversos órgãos públicos do Amapá, como o Tribunal de Contas, a Assembleia Legislativa e as secretarias de Saúde e de Justiça. 

Por conta dos desvios e dívidas contraídas, o Estado tinha em 2011 um déficit equivalente ao seu Produto Interno Bruto, cerca de R$ 1,7 bilhões.

 https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=5PNM9DjcLzU

 Domiciano Gomes do Amapá 247

Precisamos falar sobre os black blocs (depois de ouvi-los)

Eles
Eles
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Os chamados black blocs são conhecidos em vários países por esconder o rosto e atacar símbolos de um Estado que julgam opressor.
São algo entre o Zorro e Robin Hood. Mascarados contra o sistema, com métodos de cowboy fora-da-lei. Heróis ou vilões, em defesa dos fracos e oprimidos.

Porém ao contrário dos personagens da ficção, não são considerados como indivíduos e sim como grupos de pessoas autônomas e anônimas. Milhares de pessoas sem um comando central, representantes, ou mesmo qualquer estrutura hierárquica. Unidas pelo momento histórico.

Grupos, bandos ou quadrilhas, dependendo do viés ideológico de quem os define. Indíviduos livres a se manifestar como quiserem e em seguida desaparecer na multidão.

Os conflitos com a polícia se tornam inevitáveis, uma vez que os interesses do Estado são muitas vezes diretamente contrários aos dos manifestantes. O Estado trata de manter uma ordem estabelecida, que é justamente o alvo das ações.

Ao expulsar sem-tetos de prédios privados abandonados ou dispersar manifestantes com gás de pimenta e balas de borracha, a polícia cumpre o que manda a lei. No caso, a vontade do Estado, e é isso o que os black blocs colocam em questão. Até que ponto a vontade do Estado é legítima e, de fato, democrática.

No Brasil, desde o início das grandes manifestações em junho do ano passado, esses conflitos já deixaram muitos feridos e outros tantos mortos. A opinião pública se voltou contra os black blocs e as leis antiprotestos ficaram mais rígidas para a Copa do Mundo. Prender ficou muito mais fácil.

Em São Paulo, Fábio Hideki Harano e Rafael Lusvarghi não portavam explosivos, afirmou laudo técnico do Gate (grupo antibombas da PM) e do Instituto de Criminalística, mas ficaram presos por 45 dias. O juíz responsável pelo caso, Marcelo Matias Pereira, queria mais.

Segundo ele, porque ainda que sem explosivos Fábio e Rafael utilizam de outros meios para “atentar contra os poderes constituídos e desrespeitar as leis e os policiais”. Na sequência, o magistrado os acusa de usarem tênis Nike e ainda assim combater o capitalismo, chama-os de “esquerda caviar”.

Acabou por libertá-los, mas a semelhança do seu texto com o de blogueiros da VEJA continua assustadora.

Já no Rio de Janeiro, o filósofo russo Bakunin escapou de ser enquadrado como black bloc violento com o álibi de estar morto desde 1876.

Minha professora de Filosofia, Camila Jourdan, porém, foi parar na cadeia, junto com outros tantos, também supostos black blocks violentos, que eu não conheço. Ou “conheço” pela mídia. E pela mídia eles parecem fabricados.

Lembro uma capa da revista Época que há alguns meses apresentou uma suposta black bloc perdida e confusa, de quem ninguém nunca mais ouviu falar. Já a VEJA estampou uma entrevista de várias páginas com uma suposta liderança surgida nas ruas, criada à imagem e semelhança da própria revista.

Do inquérito que prendeu a minha professora por treze dias e que acusa Bakunin, conhecemos principalmente as gravações telefônicas, divulgadas em primeira mão pela Globo, antes mesmo de chegarem ao desembargador (os meios da Rede Globo são realmente fantásticos!) que libertou os ativistas.

Já do caso de São Paulo, sabíamos que Fábio e Rafael portavam materiais explosivos, que, na verdade, não eram nem mesmo inflamáveis. Passaram 45 dias na penitenciária de Tremembé.

Mas e se, de fato, foram muitas outras as acusações equivocadas e os presos inocentes?

Pedidos de desculpa parecem pouco e o mínimo que podemos fazer no momento, é ouvi-los. Tentar conhecê-los, antes de colocá-los todos num mesmo saco e começar a bater.

Conversei com a professora Camila recentemente e ela me disse que considera o inquérito literatura fantástica de má qualidade, que as gravações são “devassadas” e “descontextualizadas” e só foi presa para servir de exemplo.

Nas palavras dela: “… o que eles fingem não saber é que o problema não sou eu, não é a Elisa(Sininho), não são os demais presos e perseguidos, o problema é todo um contexto histórico. 

Mas eles não podem prender e criminalizar todas estas pessoas, por isso é tão importante focar em alguns, fabricar líderes.”( a entrevista na íntegra está publicada no DCM)

Eu gostava muito das aulas da Camila, principalmente sobre Lógica. Caso fique provado que prendê-la foi um absurdo, seus alunos também deveriam ser indenizados.

Diário do Centro do Mundo

Pesquisa mostra que setor industrial representa aproximadamente 12% do PIB do Amapá

  Para marcar o Dia da Indústria, celebrado nesta terça-feira, 25 de maio, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou pesquisa qu...