terça-feira, 12 de agosto de 2014

Aécio não explicou o inexplicável no Jornal Nacional

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O aeroporto de Cláudio é um inferno na vida de Aécio.

Foi o que se viu hoje, mais uma vez, na entrevista que ele concedeu ao Jornal Nacional.
Aécio não tem explicação porque ela, simplesmente, não existe. O aeroporto foi um uso abjeto de dinheiro público para benefícios privados da família. Como escreveu Machado, alegrias particulares são bem mais satisfatórias que alegrias 
públicas.

Ele se agarra desesperadamente à desculpa de que seu erro foi ter usado um aeroporto não homologado pela ANAC, a agência que regula a vida área nacional.

E aproveita para dizer que a ANAC foi incompetente ao demorar para a homologação porque está “aparelhada” pelo PT.
Não, não e ainda não.

O problema não é burocrático, e sim ético e moral. Aécio usou o aeroporto de Cláudio porque facilita substancialmente suas viagens para seu “Palácio de Versalhes”. É como ele se refere à sua fazenda em Cláudio, a 6 km do aeroporto.

Não é só isso. Existe também o ponto da valorização das terras da região por conta do aeroporto.

Isso beneficia Aécio diretamente, e a sua família.
Ele invoca em sua defesa a desapropriação litigiosa de parte da fazenda do tio para a construção do aeroporto.

O tio quer mais na justiça do que Minas deseja pagar. Na fala treinada de Aécio, o tio aparece quase como uma vítima.
Mas um momento. E a valorização do restante da fazenda?

Bonner perguntou isso, no melhor momento da entrevista do Jornal Nacional.
Aécio tergiversou. Respondeu com a metragem da fazenda: 30 alqueires. Ora, 30 alqueires podem valer x ou, alguns x, caso um benefício como um aeroporto irrompa na região.

Aécio também sofreu para responder a uma pergunta de Patrícia Poeta sobre o desenvolvimento social de Minas.
O IDH de Minas é o pior do Sudeste. Era o oitavo do Brasil, e agora é o nono.
E então, onde os avanços sociais tão trombeteados?
Nova tergiversação.

Aécio falou, como sempre tem falado, no suposto avanço em educação.
Agora que os brasileiros vão conhecendo-o melhor, vai ficando clara a semelhança entre ele e Maluf na compulsão cínica em responder a perguntas de uma forma peculiar em que você vai falando coisas que nada têm a ver com a questão.

Aécio tem agradecido aos entrevistadores quando indagam sobre o aeroporto. Fez isso na sabatina do G1 e voltou a fazer no Jornal Nacional.
Mas é um agradecimento tão fajuto quanto suas explicações para a aberração que é o aeroporto de Cláudio.

jornalista Paulo Nogueira

Operação faz prisões de pessoas, apreensão de drogas, armas e veículos

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O secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública, Nixon Kenedy, anunciou na manhã dessa segunda-feira, 11, na sala de reuniões da Sejusp, o resultado da Operação Legalidade III, deflagrada na sexta-feira, 8, no município de Santana, e sábado, 9, na área do 1º Batalhão em Macapá.

A operação reuniu as forças da segurança pública para realizar policiamento preventivo, ostensivo e repressivo com o objetivo de garantir maior segurança à população e assegurar o combate mais eficiente à criminalidade.

Os órgãos da segurança pública, antes do início das atividades, fizeram o mapeamento das áreas e pontos críticos a serem fiscalizados e que requerem maior policiamento.
Durante a ação, foi empregado um efetivo de 308 servidores, que abordaram, em Macapá e Santana, 1.051 pessoas, 815 veículos, com remoção de 20. Houve uma apreensão de droga, uma de arma de fogo, 107 menores de idade foram recolhidos por estarem expostos à situação de risco, 35 pessoas foram conduzidas à delegacia e 11 presas.
Resultado da operação em Santana
A operação foi realizada pela primeira vez no município de Santana. A concentração ocorreu na Unidade de Policiamento Comunitário do Igarapé da Fortaleza (UPC) e reuniu um efetivo de 141 agentes da segurança pública.

As equipes abordaram 227 pessoas; destas, seis foram conduzidas à 1ª Delegacia de Polícia.

As equipes do Detran (Lei Seca), juntamente com outras forças de segurança pública, montaram duas barreiras de trânsito, uma nas proximidades da ponte do Igarapé da Fortaleza e outra na frente do 4º Batalhão da Polícia Militar do município.

Foram abordados 330 veículos e geradas 48 notificações por infrações diversas de trânsito, como a falta de habilitação, documentação do veículo em atraso, entre outros casos. Ao todo, 23 documentos foram recolhidos; quatro pessoas foram presas por embriaguez ao volante e direção perigosa; 14 averiguações foram feitas em veículos suspeitos e 13 veículos foram removidos.

Durante a blitz, um motociclista tentou furar a barreira de trânsito por falta de habilitação e documentação do veículo.

A Polícia Ambiental, juntamente com o Departamento de Diversões Públicas da Polícia Civil, recolheu sete aparelhos de som durante as fiscalizações em bares, boates e similares.

A Vara da Infância e Juventude, com o apoio do Conselho Tutelar e Polícia Militar, recolheu sete menores por situação de risco social e sete foram conduzidos ao Conselho Tutelar de Santana.
Resultado da operação em Macapá
No sábado a operação ocorreu em Macapá, com concentração na UPC Araxá/Pedrinhas, onde apresentou um efetivo de 167 agentes da segurança pública. No decorrer das fiscalizações, foram abordadas 824 pessoas; destas, 29 foram conduzidas à Delegacia de Polícia.

Nas barreiras da Lei Seca, com o apoio de outros órgãos da segurança pública, 485 veículos foram abordados; destes, 79 foram notificados; sete veículos foram removidos; 17 documentos recolhidos e 37 veículos averiguados por serem suspeitos.

Durante a blitz, um veículo suspeito foi abordado e revistado pelo Grupo Tático Prisional e Polícia Militar. Foi encontrada substância entorpecente e um revólver calibre 38 carregado de munição. O condutor e os dois adolescentes que estavam no veículo foram detidos e encaminhados ao Ciosp. Um dos adolescentes havia fugido do Cesein.
 
As equipes do Departamento de Diversões Públicas da Polícia Civil, Conselho Tutelar da Zona Sul, Vara da Infância e Juventude, PM, Polícia Ambiental, entre outras forças da segurança, fiscalizaram 24 bares, boates e similares.

No decorrer da fiscalização, foi fechada uma sede localizada na Rodovia JK e o responsável encaminhado ao Ciosp. As equipes apreenderam, também, 100 menores; 100 foram recolhidos por situação de risco social e 70 foram apreendidos e encaminhados pelo Conselho Tutelar, que precisou do reforço maciço da PM com o apoio de dois ônibus para recolher os menores do local.

Diário do Amapá

Polícia apura se assassinato de empresário no PI tem ligação com atentado no Amapá

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A Polícia Civil de Teresina (PI) vai apurar se o assassinato do empresário Isael Alves Pereira, 69 anos, ocorrido na semana passada naquele estado, tem alguma relação com o atentado que ele sofreu no ano passado no Amapá. Aqui, o empresário – que era dono de uma distribuidora de bebidas em Macapá – levou três tiros durante suposta tentativa de assalto.

Por telefone o delegado Higgo Martins, titular da Delegacia de Homicídios de Teresina, disse ao Diário que a tentativa de homicídio sofrida pelo empresário em 2013, no Amapá, será investigada dentro do inquérito que apura a execução do empresário no Piauí.

“Existe uma possibilidade de haver uma ligação, não podemos descartar isso, mas será necessária a troca de informações com a polícia amapaense para saber se existe um elo que ligue o atentado sofrido no ano passado ao assassinato ocorrido aqui”, disse.
 
Isael foi alvo do atentado no Amapá meses após ele mover uma ação contra ex-sócios de uma empresa. “Pelo que apuramos preliminarmente parece que a vítima vinha sofrendo ameaças já há algum tempo. Mas é necessário cautela, não podemos afirmar nada por enquanto. 
 
Inicialmente estamos trabalhando para identificar o assassino, e depois daremos prosseguimento às investigações sobre essa situação do Amapá”, concluiu.
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Isael foi baleado no momento em que o carro dirigido pelo filho parou no semáforo. As câmeras de vigilância do trecho revelaram que um homem ainda não identificado parou em uma moto ao lado do carro e disparou contra o empresário, que voltava de uma clínica de fisioterapia. O filho que dirigia o carro não foi atingido.

Outro fator que repercutiu no caso aconteceu quando o outro filho do empresário, que é médico legista, reconheceu o pai morto apenas na hora em que foi realizar a perícia no local. Ao ver que era o pai assassinado, teve que ser contido.

Fonte: Diário do Amapá

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

BALANÇO POLICIAL

COLISÃO ENTRE DUAS MOTOS MATA A MOTOQUEIRA

Mais um acidente de trânsito com vítima fatal. Esse aconteceu por volta de 01h20min da tarde deste sábado (9),na Rodovia do Curiaú, no bairro Jardim Felicidade I, quando duas motos se chocaram, sendo uma pilotada por REGINE FARIAS TEIXEIRA (29) e outra pilotada por WELLINGTON FERREIRA COSTA (20). Com o choque, morreu no local a Regine, enquanto o Wellington, foi encaminhado ao H.E com vários baques e escoriações pelo corpo. 
Segundo a polícia, ambos estavam sem habilitação.

DUAS PESSOAS SÃO  VÍTIMAS DE ARMA BRANCA DURANTE ASSALTO

Duas pessoas deram entrada no H.E  da Capital durante a noite deste sábado (9), vítimas de assalto:
 Foi por volta das 08h30min da noite, a primeira vítima foi a JENIFER DE NAZARÉ COSTA (20), que reagiu ao assalto e acabou recebendo uma violenta terçadada em um dos braços.
  A segunda vítima foi o CLEUSSON DOS SANTOS FERREIRA (30), que também reagiu ao assalto e foi atingido com uma facada no peito, isso por volta das 09h10min. Ambos ficaram internados no H.E. Ninguém foi preso acusado desses crimes.

SALÃO DE BELEZA É VÍTIMA DE ASSALTO NO CENTRO DA CIDADE

Foi por volta das 04h30min da tarde de sábado (9), que dois elementos de moto, um deles armado com uma arma de fogo, invadiram um salão de beleza que fica na Av. Almirante Barroso, próximo a Jovino Dinoá, no Centro da Cidade, rendeu os funcionários e clientes, e roubou  de lá de um tablet, 3 celulares e 250 reais em espécie, em seguida fugiu na moto onde seu colega de crime o esperava. O 6º Batalhão da PM chegou a ser acionado, porém, não teve êxito na prisão dos assaltantes.

TAXISTA PERDE TODA A RENDA NOTURNA PARA DOIS ASSALTANTES

Um taxista que pediu reserva do seu nome, por volta das 04h40min da madrugada deste domingo (10), apanhou dois passageiros no Centro da Cidade, os quais pediram que os deixassem em uma casa no bairro Renascer I. Ao chegarem no bairro, os dois elementos anunciaram o assalto, pois estavam armados com armas de fogo. Após tomarem toda a renda noturna do taxista, assim como, o celular e a chave do carro dele, os dois malandros saíram andando tranquilamente. Só restou ao taxista andar até a Rodovia Tancredo Neves, onde pediu ajuda de um colega e fo até a casa dele pegar a chave reserva.

Fonte: Bolero Neto

Clientes da Vivo reclamam de serviços e operadora culpa falha na rede

Segundo usuários, dificuldades estão em fazer ligação ou usar conexão de dados.

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Desde a semana passada, clientes da operadora Vivo enfrentaram problemas com a telefonia móvel em Macapá e Santana. Diversos clientes reclamam que enfrentam dificuldades, principalmente, para usar a conexão de dados.
Jacqueline Borges, 26 anos, que mora no bairro Beirol, diz que o serviço ficou indisponível durante várias horas do dia e que por isso não conseguia ligar para sua mãe que estava de viagem. “Eu tentei inúmeras vezes e em vários horários, mas não consegui, fiquei muito irritada com tudo isso”, afirma Jacqueline.
Já Fabrício Ferreira, 35 anos, que reside no Jardim Marco Zero, explica que sua situação foi semelhante a da jovem, porém ele pensou que o seu celular estava com defeito e só foi perceber que o problema era no sinal quando seus amigos comentaram sobre o mesmo problema. 
“Eu deixei meu telefone desligado depois que eu percebi que não tinha internet e que eu não conseguia sequer ligar, meus amigos comentaram que estavam passando pelo mesmo problema, por um lado não gostei e por outro fiquei aliviado de saber que meu telefone não estava quebrado”, explana Fabrício.  
Anatel
Edward Aires da Silva, gerente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no Amapá, ressalta que para a reclamação realmente se tornar válida, terá que ser realizada junto à própria prestadora ou junto a Anatel que se encarregará de tomar as medidas cabíveis. “A maioria dos serviços de telefonia móvel são resolvidos rapidamente. Se porventura não houver uma rápida solução, tem que ser tomada medidas para que a empresa seja notificada”, garante o Edward.
Outro problema que tem causado preocupações é a modernização da rede que traz uma bagagem de responsabilidade e por conta da retirada de equipamentos obsoletos costuma acontecer a interrupção de sinal, o que para Edward são transtornos positivos, quando não acrescidos de abusos. 
“A tecnologia sempre muda e desde que não haja uma desculpa para gerar problemas em função de uma reforma na rede, o problema é normal, temos a tecnologia 3G, mas precisamos ter a 4G que será instalada, ela precisa se tornar real e para isso há de gerar muito transtorno, é um fato”, disse.
Procon
A diretora do Procon no Amapá, Nilza Amaral, explica que há diversas reclamações quanto ao problema e que as mesmas são apuradas para se comprovar a sua veracidade. 
“Recebemos muitas queixas, apuramos e vemos se procedem, constatamos que a maioria está expressando uma verdade com respeito as operadoras, porém a maioria das insatisfações registradas é com respeito a serviços como internet, por exemplo”, comentou.
As empresas são punidas caso necessário, explica Nilza, através de auto de infração, auto de constatação, multas pecuniárias que podem variar de R$ 400 a R$ 6 milhões. No estado até agora a maior punição chegou a R$ 6 mil.
Vivo
Em nota, a Telefônica Vivo informa que, desde as 14 horas de domingo (3), encontra-se normalizado o serviço de voz dos clientes de Macapá, no Amapá. Desde a última quarta-feira, 06, os usuários dos serviços da empresa podem estar encontrando dificuldades no serviço de dados devido à falha na rede em local de difícil acesso. Equipes técnicas já se dirigem ao local para normalizar a situação no menor prazo possível.
Qualquer reclamação pode ser feita à Anatel, que fica localizada na Rua Jovino Dinoá nº 4.019, Bairro Beirol, ou pelos telefones 3312 3000 ou 3312 3001.
Fábio Gomes
  Da Reportagem

Fotografias revelam delegacias insalubres, desestruturadas e até com ratos

Acervo fotográfico mostra cadeiras quebradas, tetos desabados, portas sem maçaneta e banheiros feitos de arquivo.

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No dia 31 de Julho de 2014, a Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Amapá (Adepol - AP) divulgou uma carta aberta à sociedade amapaense criticando a atenção dispensada do Governo do Amapá à Polícia Judiciária. Na carta, a Adepol diz que as delegacias estão em condições estruturais absolutamente deploráveis e os usuários e servidores passam por 
situações humilhantes.
Neste documento, a Adepol coloca que muitas vezes os próprios delegados e agentes tiram dinheiro do próprio bolso para comprar combustível e papel para impressora das Delegacias. Além disso, compara o orçamento anual da Polícia Civil com outras secretarias do Governo do Estado.
Como exemplo, utiliza a Secretaria de Comunicação (Secom) que possui o orçamento de R$15.480.252,95 - um valor cinco vezes maior que o da Polícia Civil (R$ 3.103.552,98). 
“Por conta desta inversa e aberrante política de prioridades estatais, a qual ao mesmo tempo em que privilegia a farsa publicitária e enaltece a política do pão e circo, subverte valores essenciais como a segurança do cidadão, de forma que interesses secundários e medíocres preponderam em detrimento de bens inalienáveis como a vida, honra, patrimônio das pessoas físicas e jurídicas”, disse Adepol, na primeira carta aberta à sociedade.

No dia posterior à publicação da carta, a Delegacia Geral de Polícia Civil do Amapá (DGPC) negou às denúncias feitas pelos delegados e divulgou através de nota à imprensa que as reclamações da Adepol são ofensivas e de cunho político partidário. Na nota, a DGPC relatou que as manifestações são antidemocráticas e denigrem de maneira geral a imagem da Polícia Civil.
“A carta se utiliza de linguagem hostil e com cunho político partidário, claramente veiculada com o propósito eleitoral e com afirmações inverídicas”, relata a DGPC, colocando que a veiculação dessa carta tem o intuito de prejudicar o Governo do Estado do Amapá. No texto, a Delegacia Geral nega também as coletas citadas pela Adepol para a compra de papel e material de expediente para as delegacias. 
“A DGPC informa que possui contrato de reprografia através de licitação para atender suas unidades policiais, fornecendo a impressão de oito mil cópias por mês, além das resmas de papel, toner e manutenção das máquinas. 
Ressaltamos que, desde 2011, ocorre a aquisição de toner original e, atualmente, o estoque está completo no prédio da DGPC. 
Caso algum servidor tenha comprado material de expediente ou combustível com recursos próprios, trata-se de uma decisão pessoal”, disse.
Desestrutura
nas delegacias
Esta semana, seis dias após a divulgação da nota à imprensa feita pela Delegacia Geral do Estado do Amapá, a Adepol, mais uma vez, decidiu emitir uma nova carta à sociedade mostrando, dessa forma, o desentendimento entre Delegacia Geral do Amapá e Associação dos Delegados do Amapá. No texto, a Associação dos Delegados revela a desestrutura de muitas delegacias espelhadas pelo Amapá.
O texto começa não concordando com quase nada das justificativas dadas pela DGPC, mas entende que a instituição “se vê obrigada a defender o Governo que a mantém nos cargos de confiança de todas as titularidades de todas as unidades da Polícia Civil do Amapá submetem-se a critérios quase que totalmente políticos, o contrário daquilo que gostaria a classe de Delegados”.
Para a Adepol, a nota dada pela DGPC tenta defender o indefensável e explicar o inexplicável. Quanto às críticas emitidas na nota de imprensa, acusando que a carta seria ofensiva e antidemocrática, a entidade esclareceu que o documento, antes de ser veiculado, foi defendido e aprovado em Assembleia e reflete a opinião dos delegados da Polícia Civil.
“A carta é fruto de diversas reflexões de toda a categoria de delegados que, cansados de buscarem por mais de três anos de forma insistente e paciente, porém silenciosa, diálogo com a administração, recebendo em troca silêncio e portas fechadas... Não se pode confundir comportamento subserviente (talvez o desejo de alguns) com democrático”, disse a segunda  carta da Associação dos Delegados.
O documento da Adepol nega que tenha criado mentiras para prejudicar a imagem do governo e diz que somente um dado econômico não foi retirado do próprio portal da transparência, que seria o contrato de publicidade da Secom de 28 milhões de reais.  “Contra fatos não se argumenta. A emenda sai pior que o soneto! Se a imagem da Polícia Civil é a imagem do próprio Governo (e é!) por quê na publicidade oficial do mesmo Governo do Estado do Amapá não se divulgam fotos atuais das delegacias? Porque não mostrar a Delegacia de Crimes Contra a Mulher de Santana, a Delegacia de Mazagão, a 6ª DP onde funcionava até poucos dias o plantão da DEIAI, a 1ª DP de Santana, do CIOSP do Congós, Novo Horizonte?! Então é ofensivo mostrar mas não é ofensivo manter?”, questionou a Adepol.
Para a associação dos Delegados de Polícia Civil, aparentemente é ofensivo para a DGPC mostrar a situação das delegacias, mas não é ofensivo mantê-las insalubres.  “Para a ADEPOL não há ofensa maior para os nossos policiais do que ter que trabalhar em lugares tão deteriorados, com ratos e insalubridade de toda ordem! Não há ofensa maior do que receber o cidadão em lugares tão indignos, em prédios tão dilacerados”.
Quanto à informação da DGPC sobre as coletas para comprar recursos para a 
Delegacia, feitas por decisão pessoal pelos servidores, a associação defende “que os delegados são solidários ao usuário que sofre, necessitando dos serviços da Polícia, porque são homens e mulheres de bem, porque são vencidos pelo cansaço e desânimo por uma resposta proativa (que nunca se manifesta) da administração!”.
A Adepol encerra sua carta enfatizando que “a maioria de seus associados sabe que governos passam e que o mais importante é o bem dos Delegados e, sobretudo, da Polícia Judiciária!”.
Caroline Mesquita
   Da Reportagem

Amapá tem 26% da receita comprometidos com dívidas

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O Amapá tem 26% da sua receita comprometidos com dívidas, segundo o Tesouro da Fazenda, e compõe lista de nove estados onde no dia 1 de janeiro de 2015 os atuais governadores devem entregar o cargo aos seus sucessores com esse problema de caixa. No caso amapaense, se reeleito em outubro, o governador Camilo Capiberibe terá um segundo mandato com o estado endividado.
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O Tesouro da Fazenda estima que as 27 unidades da Federação brasileira deviam, no fim de 2013, cerca de R$ 500 bilhões. O nível de endividamento de um estado é calculado na comparação com a receita corrente líquida. É uma conta similar à do cidadão comum: se você tem renda de R$ 1.000, e paga R$ 300 por mês de dívidas (compromete 30%), está mais endividado do que outro que ganhe R$ 2.000 e paga R$ 500 mensais (25%).

Nos estados, a comparação foi feita com base em dados do balanço final de 2010 e de abril de 2014. Nesse período, Acre, Amapá, Espírito Santo, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins passaram a comprometer percentualmente mais a receita com dívidas.

A notícia sobre a situação financeira dos estados foi divulgada ontem pelo UOL, o qual fez questionamentos aos nove governadores endividados. Cinco deles responderam aos questionamentos. Todos alegaram estar com margem de financiamento dentro do limite. O Amapá não respondeu à solicitação, juntamente com Acre, Rondônia e Tocantins.

Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal, apenas os estados com comprometimento superior a 200% de sua receita estão impossibilitados de pedir novos financiamentos. E o único do país, segundo balanço do primeiro quadrimestre, é o Rio Grande do Sul.

Fonte: Diário do Amapá

Pesquisa mostra que setor industrial representa aproximadamente 12% do PIB do Amapá

  Para marcar o Dia da Indústria, celebrado nesta terça-feira, 25 de maio, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou pesquisa qu...