terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Capacidade de rede da Telefônica Vivo oferecida em Macapá é ampliada em mais de 130 vezes

A Telefônica Vivo acaba de concluir o entroncamento até Macapá da rede de fibra óptica que interliga Belém/Manaus. Com extensão de mais de 300 km, interligando Jurupari, no Pará, à Macapá, o novo trecho permite oferecer aos usuários um incremento de mais de 130 vezes na capacidade de rede do estado: de 306 Mpbs para 40.000 Mbps.


Os clientes, na prática, agora têm mais estabilidade nas ligações, com drástica redução do número de quedas e ruídos, além de maior velocidade na conexão de internet. “A nossa rede própria de fibra óptica Belém/Manaus/Macapá é motivo de orgulho e superamos diversos desafios de logística buscando oferecer aos nossos clientes sempre a melhor qualidade de rede e de serviços. No Amapá, onde somos líderes de mercado com 61,38%, investimos constantemente com foco na satisfação de nossos mais 573 mil clientes no Estado, e, em breve, lançaremos ainda a nossa rede 4G em Macapá”, afirma o diretor regional, Emerson Rodrigues.

Em agosto, a Telefônica Vivo concluiu a rede de fibra óptica que interliga Belém a Manaus, com mais de 2.100 km de extensão. A iniciativa ampliou a capacidade da rede oferecida aos clientes de 2GB para 40GB – mais 2.000% -- e exigiu investimentos de R$ 250 milhões da empresa.

Desafios
Para a realização desse projeto, iniciado em 2011, a Telefônica Vivo, em parceria com a TIM, superou vários desafios de logística. A operadora realizou complexas operações e trabalhos em plena selva, tendo de utilizar lanchas, barcos, balsa e aviões para locomoção das equipes e dos equipamentos, boa parte deles de grande porte.

As limitações e complexidades geográficas da região Amazônica foram ultrapassadas também com a parceria com a Huawei, uma das maiores empresas fornecedoras de infraestrutura de telecomunicações do mundo. A nova rota é composta por uma rede de cabos aéreos OPGW (Optical Ground Wire), tecnologia onde o cabo de fibras óticas utiliza as torres das linhas de transmissão de energia elétrica como suporte. Além disso, os acessos às cidades serão efetuados por meio de cabos subterrâneos, o que garante um nível de confiabilidade superior ao atual.
 

 

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