“Ele havia saído naquela madrugada para ir levar o filho de um vizinho
ao hospital. Depois ele afirmou que retornaria para casa às 5h da manhã.
Esperei em vão, ele não voltou mais”. Foi esse o relato de Antônio
Leite, pai do taxista comissionado Dário Castro Leite, 34 anos, cujo
corpo foi encontrado na manhã de quinta-feira, 16, em um ramal da Linha E
do km 9, na zona oeste da capital.
“Já é o terceiro filho que perco da mesma forma brutal. Os outros dois morreram em circunstâncias semelhantes”, revelou o homem, sem dizer o que motivou os demais assassinatos de seus filhos.
“Já é o terceiro filho que perco da mesma forma brutal. Os outros dois morreram em circunstâncias semelhantes”, revelou o homem, sem dizer o que motivou os demais assassinatos de seus filhos.
Antônio disse acreditar que seu filho tenha
sido vítima de latrocínio [roubo seguido de morte]. “Não tenho qualquer
informação de que ele estivesse sendo ameaçado ou devesse a alguém. O
fato é que meu filho está morto e quero apenas a verdade”, disse o pai
da vítima. Dário já cumprira pena no Instituto de Administração
Penitenciária do Amapá (Iapen) por tráfico de drogas.
O táxi em que Dário trabalhava era de um vizinho dele. O veículo foi encontrado abandonado na manhã do mesmo dia próximo a uma ponte no bairro Jesus de Nazaré. A perícia encontrou uma faca e marcas de sangue no banco de trás do veículo. Dário foi executado com seis tiros na cabeça.
O táxi em que Dário trabalhava era de um vizinho dele. O veículo foi encontrado abandonado na manhã do mesmo dia próximo a uma ponte no bairro Jesus de Nazaré. A perícia encontrou uma faca e marcas de sangue no banco de trás do veículo. Dário foi executado com seis tiros na cabeça.
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